quinta-feira, 2 de maio de 2013

O diário de uma lobisomem


Querido Diário,

Na minha aldeia tudo ficara muito estranho de há um ano para cá, costumava ser uma aldeia sossegada, todos se davam bem, não havia atritos, confusões e muito menos mortes a não ser que alguém estivesse muito doente.
Não percebes que mortes são? Bem eu torno a explicar… De há um ano para cá têm havido mortes em todas as luas cheias, todos acharam muito estranho, e todos haviam ficado com medo, sinceramente, eu também ficara.
Ninguém soubera do que se tratara, até que chegou alguém há aldeia, alguém misterioso, um homem que não tivera uma perna pois tinha lutado, com uma coisa que todos desconhecia-mos… era um lobisomem!
Ele tivera ouvido falar do que se passara na nossa aldeia, e a partir daí ajuda-nos muito a tentar descobrir o tal lobisomem, ninguém sabe quem é, pode ser qualquer um. Desde esse dia, os rios tornaram-se vermelhos tal como se tornara a lua, o chão estava coberto de sangue. Todas as luas cheias, alguns homens da aldeia juntavam-se para irem há floresta há procura do lobo, alguns nunca voltaram…

03.10.2012

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